sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

BARCOS VAI PARA O GREMIO


Com Verdão no coração, Barcos diz que optou pelo Grêmio pela seleção

Pirata diz que saiu porque a proposta foi boa para ele e para o Palmeiras. Gringo entende a revolta dos torcedores que o chamaram de mercenário

Por Gustavo Serbonchini São Paulo
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Barcos abraça o goleiro Bruno e dá adeus ao Palmeiras (Foto: Gustavo Serbonchini/GLOBOESPORTE.COM)Barcos abraça o goleiro Bruno e deixa o Verdão
Foto: Gustavo Serbonchini/GLOBOESPORTE.COM)
Uma história que teve início em janeiro do ano passado e terminou nesta sexta-feira. Após 61 jogos disputados e 31 gols marcados, o atacante argentino Hernán Barcos se despede do Palmeiras para defender o Grêmio. Apesar do carinho que sente pelo torcedor alviverde, o Pirata disse que estava preocupado com o espaço perdido na seleção argentina e que sai com tranquilidade pelo fato de o Verdão ter recebido uma proposta bastante favorável.
- Eu sempre disse que só iria sair se chegasse uma boa proposta para mim e para o Palmeiras. Concluímos que sair era melhor. Chegou a hora de sair. Obviamente a gente fica meio triste, chateado pela situação porque ainda tínhamos muita coisa pela frente. Não foi uma decisão fácil de tomar. Sinto que perdi espaço na seleção e vi na transferência a chance de recuperar terreno e jogar o mundial.
Veja abaixo os melhores momentos da coletiva

Saída do Palmeiras
Serei eternamente agradecido ao Palmeiras por tudo o que me deu, pelo grande carinho que a torcida sempre teve comigo. O Brunoro não é o responsável pelos problemas que o clube vive. A diretoria nova tem feito muita coisa, está se vendo um Palmeiras completamente diferente, aquele que todos queremos.

Dinheiro não decidiu nada
Levo recordações muito boas. Sempre que falei, fui muito sincero e estou sendo hoje. A negociação foi boa para todo mundo. Sei que o torcedor e a opinião pública podem não estar de acordo. Muitas vezes é difícil compreender quando alguém vai embora. Já ouvi muita coisa, me chamaram de mercenário, mas não tem nada a ver. O problema não foi econômico.

Libertadores pelo Grêmio
Não foi fácil decidir. É muita coisa para analisar, muita coisa para colocar na balança. Primeiro tem a família, depois a seleção argentina. No último jogo, nem fui convocado e isso me deixou bastante preocupado. O Grêmio será um novo desafio na minha carreira.

Recado para o torcedor palmeirense
Estou muito agradecido. Sinto muita dor de sair agora, mas foi o melhor para todo mundo. O torcedor não vai entender, mas sou profissional. O torcedor que hoje está bravo vai entender no futuro. Foi o melhor para todo mundo. Nunca fiz nada que prejudicasse o Palmeiras.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

pré temporada


O meia chileno Valdivia e o atacante argentino Barcos estão confirmados na concentração da pré-temporada palmeirense, que será em horário integral a partir de segunda-feira.
O clube divulgou nesta sexta-feira uma lista com os 23 jogadores que farão parte dos trabalhos. O volante Marcos Assunção, que negocia a renovação de contrato, está fora.

Valdivia, que se recupera de uma lesão no joelho, fará o trabalho de preparação com o grupo, assim como Barcos, que tem contrato até dezembro de 2014, mas no fim de 2012 e também no início deste ano gerou polêmica, principalmente por meio de seu procurador, David Barcos, de que não gostaria de jogar a Série B.
Apesar de confirmado na pré-temporada, Valdivia não teve, até o momento, sua presença confirmada na Academia de Futebol. Segundo o jornal chileno "La Tercera", ele ganhou mais alguns dias da diretoria palmeirense para voltar ao Brasil.
A assessoria de imprensa do Palmeiras não confirma se o jogador ganhou essa folga extra ou se ainda não esteve no CT para realizar exames físicos.

REFORÇOS
O goleiro Fernando Prass e o lateral-direito Ayrton são os reforços confirmados para 2013. Os volantes Souza, que estava no Náutico, e Wendel, na Ponte Preta, retornaram de empréstimo.
Cinco jogadores que vão disputar a Copa São Paulo de Juniores, em janeiro, se apresentam após a competição, que tem a final marcada para o dia 25: o lateral-direito Bruno Oliveira, o zagueiro Luiz Gustavo, o volante Bruno Dybal, o meia Diego Souza e o atacante Vinícius.
A pré-temporada será feita na capital paulista, treinando no CT, na zona oeste, e descansando em um hotel próximo.

O Palmeiras estreia no Campeonato Paulista dia 20 de janeiro, contra o Bragantino, no Pacaembu.

Veja a lista dos 23 atletas que iniciam a pré-temporada:
Goleiros: Fernando Prass, Bruno, Raphael Alemão e Fabio;
Laterais: Ayrton, Juninho e Fernandinho;
Zagueiros: Henrique e Maurício Ramos;
Volantes: Wesley, João Denoni, Márcio Araújo, Wendel e Souza;
Meias: Valdivia, Tiago Real e Patrick Vieira;
Atacantes: Barcos, Maikon Leite, Luan, Mazinho, Caio e Índio.



Com esses nomes acima, o Palmeiras vai acabar caindo para a serie B do Paulista tambem.




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Simbolos


Escudo

Ônibus do Palmeiras com o escudo e com o mascote oficial do clube.
Desde os primeiros jogos disputados, a letra "P" sempre esteve presente nos escudos dos uniformes do Palmeiras. Em 1915, na primeira partida do então Palestra Itália, as letras “P” e “I”, em forma arcaica, nas cores brancas, ornavam o escudo que se situava no lado esquerdo do uniforme dos jogadores. Em 1916, para a disputa do Campeonato Paulista daquele ano, a diretoria do clube decidiu importar da Itália um jogo de camisas com o escudo da Cruz de Savóia.
Em 1917, a Cruz de Savóia deu lugar às letras “P” e “I”, que eram abrigadas por um triângulo na cor verde. Em 1918, o formato do distintivo passou a ser circular e com um fundo na cor branca, com as letras "P" em verde e "I" em vermelho. Em 1938, mudou-se apenas a disposição das cores: fundo verde e as letras "P" na cor branca e "I" em vermelho. Em 1940, nova mudança somente nas cores: fundo verde e as letras "P" e "I" na cor vermelha.
Em 1942, com a mudança do nome da equipe para Palmeiras, o vermelho e a letra “I” do escudo desapareceram, ficando apenas o verde e o branco, com a letra "P" no centro. Em 1959, o tradicional “P” diminuiu de tamanho e foram inseridas oito estrelas em volta do escudo, em referência ao mês de fundação do clube (agosto) e ao número de títulos paulistas conquistados pela equipe ainda como Palestra Itália. Elas foram acompanhadas do nome Palmeiras. Esta foi a última mudança relevante no distintivo alviverde, que permanece com o mesmo conceito até os dias de hoje. Em fevereiro de 2012, o Departamento de Marketing do clube decidiu promover pequenas modificações no escudo, com a finalidade de padronizá-lo nas diferentes publicações usadas pela mídia. A nova versão, trouxe letras arrendondadas no nome do Palmeiras e alterações no escudo suíço (que fica no interior do símbolo), como a ampliação das linhas e leve modificação na tradicional letra "P".

sábado, 3 de novembro de 2012

Primeiro Distintivo

Primeiro Distintivo utilizado pelo Palmeiras em 1915, ainda com o nome de
Palestra Italia










Cruz de Savóia.


 Palestra Italia 1916

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Historia

A História da Sociedade Esportiva Palmeiras começa no dia 26 de agosto de 1914, quando o clube foi fundado por imigrantes italianos na cidade de São Paulo com o nome de Palestra Italia. A primeira partida da equipe foi disputada em 24 de Janeiro de 1915 contra o Savoia, Município de Votorantin à época distrito de Sorocaba, o interior paulista, e contou com a vitória palestrina por 2 a 0, com gols de Bianco e Alegretti.
Depois de colecionar nas décadas de 20 e 30 uma série de títulos paulistas e conquistar uma quantidade relevante de torcedores, o clube foi obrigado, a mudar seu nome para Sociedade Esportiva Palmeiras em 1942, por ocasião da Segunda Guerra Mundia,  já que o Brasil, governado pelo então presidente Getulio Vargas, declarou guerra aos países do Eixo (Alemanha, Italia e Japao) e se alinhou aos países "Aliados", (EUA, URSS, Grã-Bretanha, França e outros países).
Na sua primeira partida com o novo nome de Palmeiras, em 20 de setembro de 1942, sagrou-se campeão paulista com uma vitória sobre o Sao Paulo,  no Estadio do Pacaembu,  no episódio histórico que ficou conhecido como "Arrancada Historica" Nas décadas seguintes, ampliou seu acervo de títulos e se consolidou com uma das equipes mais importantes do Brasil, atingindo, na virada da primeira para a segunda metade do século, um grande momento, ao vencer a Juventus, da Itália, na final da Copa Rio de 1951, disputada no Maracanã, para mais de 100 mil pessoas.
Entre 1958 e 1970, nos "anos de ouro" do futebol brasileiro, quando o País conquistou seus três primeiros títulos mundiais de futebol e encantou o planeta, o Palmeiras era um dois poucos times que conseguiam ser páreo para o Santos de Pelé, considerado um dos maiores times do mundo em todos os tempos. Na ocasião, por conta da técnica apurada e pelo toque de bola refinado de seus jogadores, o Palmeiras foi comparado durante anos a uma "Academia de Futebol", que teve entre os principais protagonistas, em duas fases distintas e consecutivas, grandes nomes do futebol, como Ademir da Guia, Dudu, Julinho Botelho, Djalma Santos, Servilio, Tupãnzinho Luis Pereira, Leivinha, César, Leão, entre outros.
Coincidentemente, após o maior ícone da Academia, o meia Ademir da Guia, encerrar a carreira em 1977 o Palmeiras ficou durante um longo período sem conquistar títulos. Conhecido como "Divino" por conta da grande classe no trato da bola e pela eficiência, Ademir é considerado o maior jogador da história do alviverde, com a impressionante marca de 901 jogos disputados, 153 gols marcados e dezenas de títulos conquistados, entre campeonatos oficiais e torneios amistosos nacionais e internacionais.
O jejum de títulos entre 1976 e 1993 foi o mais longo da história do clube e exigiu paciência da torcida, que viu seus maiores rivais dominarem as conquistas da década de 1980. O martírio alviverde foi sepultado depois que a diretoria idealizou uma inédita parceria para a gestão do futebol com a empresa multinacional de origem italiana Parmalat. Tal acordo, possibilitou a contratação de grandes jogadores e técnicos competentes, que recolocaram o Palmeiras na trilha das conquistas.
Sob o comando de Vandelei Luxemburgo, o time formado por craques, como Evair, Edmundo, Roberto Carlos, César Sampaio, Mazinho,  Edilson e Zinho, goleou o arquirrival Corinthians por 4 a 0 na final do Campeonato Paulista de 1993 encerrando o incômodo tabu. O mesmo time conquistaria o Torneio Rio-São Paulo daquele ano e o Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, o alviverde obteve ainda os bicampeonatos paulista e brasileiro, com o meia Rivaldo sendo o destaque na conquista nacional.

Na segunda metade do período de parceria com a Parmalat e sob o comando de Luiz Felipe Scolari, o Palmeiras chegou a três conquistas inéditas: a Copa do Brasil e a Copa Mercosul, ambas de 1998, e a Copa Libertadores da América de 1999. Nestes três títulos, alguns dos destaques da equipe foram os jogadores Arce, Alex, Zinho, Cléber, Oseas, Paulo Nunes, Junior, Euller, Evair e César Sampaio, além dos goleiros Velloso e Marcos, que se transformou num dos maiores ídolos da história alviverde.
Depois do novo período de alegria e já com o término da parceira com a Parmalat, a torcida alviverde conviveu com a enorme tristeza do rebaixamento no Campeonato Brasileiro de 2002. Numa demonstração de paixão e fidelidade, apoiou o Palmeiras na conquista da Serie B de 2003. A Primeira década do Seculo XXI foi um período de tentativas de reestruturação política e administrativa para o clube, que voltou a levantar um título de primeira divisão somente em 2008, quando conquistou o Campeonato Paulista.
Em 2012, ano no qual o ídolo Marcos encerrou a carreira, o Palmeiras voltou a levantar um título nacional após 12 anos. Comandada novamente por Luiz Felipe Scolari, a equipe alviverde conquistou a Copa do Brasil de 2012, de forma invicta, depois de levar a melhor contra o Coritiba na final da competição.